Shoppings devem desaparecer nos EUA, mas Brasil vê recuperação

SÃO PAULO – Muito se fala nos Estados Unidos da iminente possibilidade de morte do varejo tradicional, inclusive dos shoppings centers. Novos hábitos de consumo e a facilidade do e-commerce facilitam um migração para o digital, o que se soma à inversão de prioridades da Geração Y (que localmente tem preferido gastar com experiências do que com produtos, segundo estudos). Para especialistas, por outro lado, o mercado brasileiro ainda está extremamente distante dessa realidade.

Durante a recessão, observou-se, no país, queda das vendas e aumento na inadimplência dos lojistas de shopping, cenário alarmante para o mercado em questão e para os fundos imobiliários atrelados a esses ativos. Passado o momento mais turbulento da crise, todavia, especialistas observam movimento de recuperação, que se reflete em ambos os indicadores.

O programa Fundos Imobiliários recebeu o especialista Rodrigo Coelho, da Vinci Partners, para analisar essas sinalizações e comentar o presente e o futuro do mercado de shoppings. A entrevista mostra que não é à toa o fato de 2017 ser um ano chave para os shoppings dentro do mercado de fundos imobiliários.

O fundo administrado por Rodrigo, que se diz “cautelosamente otimista”  com o mercado de shoppings, tem investimento mínimo de R$ 100,  que significa que um investidor com essa quantia já pode ter investimento atrelado a diversos imóveis de alto padrão. É uma forma de investir em imoveis gastado menos e com maior segurança, justamente pela diversificação.

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